Uma experiência juvenil que serviu para buscar e conquistar novos espaços no jornalismo

 Ao longo da vida se vive muitas experiências, de diferentes formas e com objetivos diversos.

Uma delas, quando participava do Clube de Castores Goiânia-Oeste, uma entidade juvenil de preocupação sociocultural, foi redigir um pequeno jornal, no formato A4, para registrar as atividades que eram desenvolvidas, expor as ideias e buscar uma aproximação entre seus integrantes.

Foi um primeiro trabalho jornalístico, aproveitando a experiência de meus irmãos mais velhos, que já atuavam na área. Um projeto simples, sem profissionalismo, na preocupação em mostrar o que estava sendo feito pela entidade e discussões juvenis, sem maiores compromissos.

Valeu

Acabei buscando novos caminhos na área. Meu pai, José Rodrigues Naves Júnior, conseguiu um emprego para mim, em 1968, no então Consórcio de Empresas de Radiodifusão e Notícias do Estado (CERNE), que tinha a sua Agência Goiana de Notícias (AGN), no Governo Otávio Lage, onde galguei as principais funções na área, e daí em diante coube a mim traçar novas diretrizes. Ingressei no Curso de Jornalismo da Universidade Federal de Goiás e, ao mesmo tempo, procurei a prática jornalística, com trabalhos em vários veículos de comunicação.

Estou chegando aos 50 anos de atuação profissional. Por isso, o registro da primeira atividade na área, a experiência simples que serviu para buscar novos espaços, conquistá-los e conseguir bons resultados na profissão.

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