Valeska Otto 

 

 

 

 

 

 

 

Escritora, já com dois livros publicados, integrando a Coleção ‘Goiânia em Prosa e Verso’, da Prefeitura de Goiânia com a Editora Kelps e Pontifícia Universidade Católica de Goiás, a goianiense Valeska Montenegro Celestino Otto tem duas novas obras prontas, para serem editadas. Ela gosta de escrever, “transita entre campos de conhecimento, da técnica do Direito e da arte da Literatura em sobreposições e harmonia, cujo saldo resulta em produções fecundas”, como a escritora Elizabeth Abreu Caldeira Brito escreveu sobre ela no livro “Dicionário Crítico das Vozes Femininas da Literatura em Goiás”, lançado este ano; e tem duas obras publicadas: “O dom”, de 2009, e “Amor, amor”, romance, de 2011.

Formada em Direito pela Universidade Salgado de Oliveira, em 2013, trabalhou na área de vendas antes de decidir, aos 51 anos, enfrentar os concursos públicos, conquistando uma vaga, na área administrativa, no Ministério Público do Estado de Goiás.

 

Família

Mãe de Gabriel e avó de Arthur, é filha de Iraídes Celestino Franco (foto), artesã, falecida em 2007; neta, pelo lado materno, de Ascendino Celestino da Silva e Joaquina Franco, e bisneta, pelo lado paterno, de Durvalina Naves da Silva e Pedro Celestino da Silva. Seu pai, Admar Cornélio Otto, falecido em 2012, ingressou no Fisco em 1984, logo se destacando na defesa de sua categoria profissional; eleito em 1988, pela primeira vez, presidente da Associação dos Funcionários do Fisco do Estado de Goiás (Affego), implantou o plano de saúde dos fiscais. Em 2006, reeleito, tornou a Affego uma das entidades de classe mais respeitadas do Brasil. Como fiscal, trabalhou nas delegacias de Gurupi, Goiás, Itumbiara, Rio Verde, São Simão, Ceres e Goiânia.

É neta, pelo lado paterno, de Goiacy Cornélio Brom e Gustavo Adolpho Otto, gaúcho que veio para Goiás a convite do marechal Cândido Mariano Rondon para trabalhar no Serviço de Proteção aos Índios, na aproximação dos índios Xavantes e Karajás. Ele morreu novo em Goiás, aos 33 anos, e sua mulher casou-se posteriormente com o baiano Alecy Montenegro, “que foi um bom avô, tanto que Admar, meu irmão, registrou todos seus filhos com o sobrenome do pai de coração”, explicou Arthur Otto. Destacou que também são sobrinhos-netos de Cora Coralina, pois ela era irmã da sua avó materna, Adda Maria Brandão do Couto Brom, e ambas, Adda e Cora, filhas de Jacinta Luísa Brandão do Couto, que era irmã de Josefina Luísa Brandão do Couto Brom, por sua vez mãe de Luís do Couto Cornélio Brom, avô de Admar e primo de Adda e de Cora. A sua família era dona da Casa da Ponte. Jacinta e Josefina eram tias-avós da pianista Belkiss Spenciére, neta de Manuel Luís do Couto Brandão.

Quando eram crianças, Admar e Arthur passavam temporadas na Casa da Ponte, na antiga Vila Boa.

 

https://aredacao.com.br/ja-com-dois-livros-na-praca-valeska-otto-conclui-duas-novas-obras/

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